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Livro Impresso

Cinemas "não narrativos"
documentário e experimental - Passagens



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Sinopse

Os conjuntos de textos que se reúnem aqui em forma de livro tratam da atualidade da imagem. Na realidade, trata-se de uma análise aprofundada sobre nossa cultura audiovisual que tem como ponto central tratar o cinema como catalisador da sociedade. Este livro mostra em diversos ensaios como a atualidade das imagens torna-se ininteligível sem uma visão analítica constante de diferentes possibilidades.

Assim, os presentes textos estão perpassados por um senso de historicidade e constituem-se de um entra-e-sai na história do cinema, um vaivém reiterado às suas origens. Desse modo, marcados por esse senso histórico, os textos expõem e analisam uma série de linhas discursivas, de debates, polêmicas, tensões, sínteses e metamorfoses pelas quais passou o cinema ao longo de sua trajetória secular.

O livro trata com uma ênfase especial dois domínios do cinema que, na atualidade, constituem objetos de interesse e discussão, indagação e problematização – os domínios do experimental e do documentário. O experimental é visto sob o impacto dos impasses a que chegou a crítica pós-moderna das vanguardas, tendo seu ideal de novidade e espírito futurista postos sob o selo da regressão e do conservadorismo. Já o documentário é visto como tendo uma posição de relevo na cultura audiovisual contemporânea.

Metadado adicionado por Alameda Editorial em 22/05/2018

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Metadados adicionados: 22/05/2018
Última alteração: 29/12/2024
Última alteração de preço: 11/11/2024

Autores e Biografia

Teixeira, Francisco Elinaldo (Autor) - Francisco Enildo Teixeira é cientista social, ensaísta e fotógrafo. Bacharel, licenciado, mestre e doutor pela FFLCH/USP. Foi chefe do Departamento de Cinema e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Multimeios do Instituto de Artes da Unicamp. É autor de O terceiro olho: ensaios de cinema e vídeo (Mário Peixoto, Glauber Rocha, Júlio Bressane) (Perspectiva), Documentário no Brasil - tradição e transformação (Summus) e O cineasta celerado: a arte de se ver fora de si no cinema poético de Júlio Bressane (Annablume).

Sumário

Introdução. Imagens que passam, poética das passagens das imagens - 11

Cap. 1. Diagrama de uma constelação conceitual - 25
1. Três grandes domínios ou territórios do cinema: ficcional, documentário e experimental - 27
2. A propósito de um cinema 'não narrativo' - 45
3. Cinema e poéticas de subjetivação - 57
4. Arte e subjetividade: autor e estilo no cinema - 87
5. Da Estação Primeira de Mangueira à Documenta de Kassel: Hélio Oiticica nas redes do virtual - 101

Cap. 2. Experimental - 115
1. Formas e metamorfoses do cinema experimental - 119
2. Três balizas do experimental no cinema brasileiro - 129
3. Da inatualidade do cinema segundo Júlio Bressane - 139
4. O experimental no cinema brasileiro: a propósito de Cinema falado, de Caetano Veloso - 149
5. Sob signos poéticos-picturais, um cinema que viaja de trem - 159

Cap. 3. Documentário - 181
1. Documentário moderno: de um cinema direto a um cinema indireto livro - 185
2. Documentário expandido: reinvenções do documentário na contemporaneidade - 233
3. A propósito da análise de narrativas documentais - 241
4. Enunciação no documentário: o problema de "dar voz ao outro" - 251
5. Documentários em primeira pessoa? - 261
6. Analisando narrativas documentais - 269
7. Narrativa indireta livre em Serras da desordem e 500 almas - 279
8. Descoberta e invenção no documentário brasileiro contemporâneo - 289

Ao modo de conclusão. O cinema como arte do pensamento - 301
Bibliografia geral - 309



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