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Livro Impresso

Tramas eclesiásticas e poderes locais
os capelães de Santa Rita dos presos em Vila Rica (1736-1793)



CAPELAES, CAPELA DE SANTA RITA DOS PRESOS, CAPELANIA, VILA RICA NO SECULO XVIII, CATOLICISMO BARROCO


Sinopse

Este livro levanta questões profundas sobre a interseção entre fé, justiça e mobilidade social no Brasil Colônia e o papel de poder exercido pelos religiosos da Capela de Santa Rita, construída junto à Câmara e a Cadeia para atender aos aprisionados, contrapondo violência e pacificação.

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Metadados adicionados: 22/06/2026
Última alteração: 22/06/2026

Autores e Biografia

Machado, Gyovana De Almeida Félix (Autor) - Doutoranda em História com estágio doutoral na Universidade de Coimbra.

Sumário

APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
CAPÍTULO 1.
O QUADRO COLONIAL PORTUGUÊS SOB A VIA DA PRESENÇA RELIGIOSA CRISTÃ CATÓLICA NO BRASIL: OS RECORTES DA PESQUISA
1.1 O conjunto da investigação: entre os recortes e assimilações
1.2 A metodologia empreendida e as fontes que irão nos auxiliar
1.3 A capela como espaço de indagações e o atravessamento de questões sobre a justiça colonial: uma introdução
1.4 O imperativo Santa Igreja de Nosso Senhor: a presença da instituição em solo colonial
1.5 A disciplina social católica como imperativo da dinâmica religiosa
CAPÍTULO 2.
PRÁTICAS DE JUSTIÇA EM SOLO SAGRADO: SOBRE A CAPELA E A CADEIA
2.1 Uma convergência entre instituições
2.2 A Capela setecentista nas Minas: historiografia e definições
2.3 A construção da Capela e a sua reforma em 1742: obras, melhorias e reforços de segurança
2.4 Processos para a constituição do catolicismo mineiro: devoção do colono e formação sacerdotal
2.5 Os signos da capela: o espaço e a pedagogia
2.6 A respeito da justiça colonial: a Cadeia de Vila Rica
CAPÍTULO 3.
CAPELÃES E CAPELANIAS EM FOCO: CONCEITUALIZAÇÃO, MOBILIZAÇÕES E TRAJETÓRIAS
3.1 No caminho das Minas: sociabilidade de capelães e suas capelanias
3.1.1 De vigário a denunciado e capelão: notícias sobre o Padre Matias Gonçalves Neves
3.1.2 O futuro vigário do Sumidouro como capelão da capela dos presos: sobre os três meses e vinte e seis dias de atuação no ofício
3.1.3 “De partida para fora”: o capelão Pe. Bernardo Jacome Vilas Boas e as suas andanças por Vila Rica, Roça Grande e São João Del-Rei
3.1.4 O promotor do Juízo Eclesiástico como capelão na capela dos presos: a trajetória do Padre Antônio José Correia Vieira Lobo
3.1.5 Mestre em latim, teólogo e expulso da Companhia dos Jesuítas: o capelão Agostinho de Mattos
3.1.6 O vigário da capela do Padre Faria como capelão na capela de Santa Rita dos presos: o caso do Pe. João dos Reis e Souza
3.1.7 O capelão Manuel Machado de Miranda em dinâmica com o ofício religioso e a justiça: “das missas que disser pelo aumento e conservação de nosso soberano e pelo aceite deste nobilíssimo senado para o bem regime da república”
3.1.8 “Tudo que fizerem, façam no nome de Jesus”: a devoção como dispositivo político no caso do capelão Luiz Antônio Machado da Costa
3.1.9 Entre Santa Rita e a Irmandade de Nossa Senhora da Mercês de Cima: a dupla capelania do Pe. Matheus da Silva Teixeira
3.1.10 “Enfim, a 3ª e última mercê e graça, que se pede, é a aprovação da ilegitimidade e mulatismo [...]”: o caso do Pe. Antônio Rodrigues de Queirós
3.1.11 A robusta trajetória do Pe. Francisco Ferreira da Cunha: das cinco Irmandades em que foi irmão aos dezenove anos atuando na capelania – estratégias empenhadas no ofício ou o ofício como estratégia?
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
Fontes primárias
Bibliografia



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