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Ninguém sabe o meu nome



Racismo, direitos humanos, apartheid, desigualdade, identidade, injustiça, Europa, França, Estados Unidos, ensaio, memória, autobiografia, violência, responsabilidade, crítica cultural, testemunho, Richard Wright, Norman Mailer, Henry James, William Faulkner


Sinopse

Reunião de ensaios de um dos escritores mais brilhantes do século XX.

“Ainda creio que uma vida sem reflexão não merece ser vivida, e sei que a autoilusão, a serviço de uma causa medíocre ou sublime, é um preço que nenhum escritor tem condições de pagar”, escreve James Baldwin na introdução desse volume. E prossegue: “O tema do escritor é ele próprio e o mundo, e isso exige cada gota de resistência que se possa reunir a fim de olhar para si mesmo e para o mundo”.
Ao longo dos treze ensaios reunidos em Ninguém sabe meu nome, publicado originalmente em 1961, James Baldwin amplia e aprofunda temas já presentes em Notas de um filho nativo, lançado seis anos antes.
Ao discutir o racismo, a segregação racial, a violência policial e outros aspectos que estruturam a sociedade norte-americana — observados tanto de dentro quanto à distância, durante a temporada que passou na Europa —, o autor compõe um retrato contundente e singular de si próprio e de seu país.

Metadado adicionado por Companhia das Letras em 12/05/2026

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Metadados adicionados: 12/05/2026
Última alteração: 20/05/2026

Autores e Biografia

Baldwin, James (Autor) , Dauster, Jorio (Tradutor) , Sousa, Fernanda Silva e (Posfácio) , Trench, Daniel (Capista)

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