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Brasil: terra indígena



povos originários brasileiros, direitos territoriais, diversidade cultural brasileira, antropologia brasileira, história social do Brasil, justiça socioambiental, movimentos sociais contemporâneos, preservação cultural, educação intercultural, como compreender a questão indígena no Brasil


Sinopse

Esta obra é um convite a olhar o país a partir de seus primeiros habitantes e a reconhecer que a história brasileira é indissociável da história de seus povos indígenas. Ao combinar narrativa acessível e sólida reflexão antropológica, o livro mostra como povos originários moldaram paisagens, cidades, línguas, lutas políticas e a própria ideia de futuro no Brasil. Em tempos de ataques a direitos, destruição ambiental e proliferação de discursos racistas, a obra oferece instrumentos para compreender a atualidade das mobilizações indígenas, a complexidade da vida nas aldeias e nas metrópoles e o sentido da resistência que adia, todos os dias, o fim do mundo.

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Última alteração: 02/07/2026

Autores e Biografia

Rufino, Marcos Pereira (Autor) - É doutor em Antropologia e graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou no Programa Povos Indígenas do Brasil, do Instituto Socioambiental (ISA), e na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Atualmente, é professor de Antropologia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde leciona no Curso de Ciências Sociais e na Licenciatura Intercultural Indígena. É também pesquisador do Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (Caaf) e da Cátedra Sustentabilidade e Visões de Futuro da mesma universidade.

Sumário

Sumário
Apresentação da coleção 11
Agradecimentos 13
Prefácio 15
Muitos povos, uma Nação
Construção de uma identidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Quantos são os povos indígenas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
A diversidade linguística indígena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Índios, silvícolas ou indígenas? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Antes da presença europeia
Grandes aldeias, plantações e trocas de mercadorias . . . 33
Os primeiros habitantes das Américas
As origens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
No Piauí . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
A ocupação humana do continente . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
A dispersão pelas terras do Brasil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
Grupos humanos em várias paisagens
Diferentes lugares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
O “eu” e o “outro”
Como os europeus enxergavam o “outro” . . . . . . . . . . . . . 53
Os primeiros contatos e o estranhamento do “outro” . . . 54
As representações do “outro” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
A conquista portuguesa
Lutas e resistências indígenas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
Guerras autorizadas pela Igreja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65
O Estado e os indígenas
A Política Indigenista na Colônia e no Império . . . . . . . . 68
O Indigenismo na República . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
O Indigenismo e a Ditadura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
A rede de apoio à causa indígena
Organizações civis e religiosas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86
Documentação e conhecimento acumulado. . . . . . . . . . . 88
A questão indígena e a redemocratização
Uma revolução jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
As primeiras assembleias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
Das assembleias às organizações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
O indigenismo e a Constituição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105
A Apib, o Acampamento Terra Livre e outras experiências . 107
As mulheres indígenas
O protagonismo feminino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
Incorporar a diversidade
A bagagem ancestral e a atualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
Da fé cega no progresso à grande catástrofe . . . . . . . . . . 115
Guardiões do clima e do planeta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120
Para além da cura
Concepções indígenas de saúde e bem-viver . . . . . . . . . 126
Em harmonia com a Natureza
A vida não é útil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
Ataques contemporâneos aos povos indígenas. . . . . . . . 134
Ambiguidades do Estado
Avanços e retrocessos nas Políticas Indigenistas . . . . . . 138
Quando o Estado se voltou contra os indígenas . . . . . . . 139
Indígenas e cidades
A cidade também é terra indígena . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147
Um fabuloso crescimento populacional . . . . . . . . . . . . . 154
Impactos da urbanização indígena . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157
Adiando o fim do mundo
A importância do conhecimento ancestral . . . . . . . . . . . 160
Bibliografia 165
Outras leituras 169
Filmografia 170



Áreas do selo: AutoajudaEducaçãoHumanidadesIdiomas e referênciaLiteratura nacionalParadidáticos / LeituraReligiãoReligião / EspiritismoSaúde, esporte e lazerTécnicosTeoria e crítica literária

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