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Livro Impresso

Sou dona da minha alma
o segredo de Virginia Woolf



Virginia Woolf, biografia, autobiografia, escritora, ensaísta, editora, Inglaterra, Grã-Bretanha, Reino Unido, século 19, século 20, Cartas a jovens poetas, Freshwater, era vitoriana, período vitoriano, diário, romances, vida, obra, estudo, tese, Kensington, Bloomsbury, Diários., Feminismo, Sylvia Plath


Sinopse

"O mais próximo que existe de uma autobiografia da escritora e ensaísta britânica. Poucos anos antes do suicídio, Virginia Woolf tentou deter a própria vida na memória ao invés de escrever sua autobiografia. E logo se deu conta de que o projeto lhe escapava. Afloravam em sua mente impressões de sons e imagens, sensações auditivas e táteis que remontavam à infância. No tocante às recordações, entretanto, era inundada de dúvidas, de incertezas quanto a seu conteúdo de verdade. De todo modo, não eram mais suas: ela as emprestara aos personagens de seus romances. Sua própria vida estava literalmente vertida em sua obra. Assim, deteve-se, desistiu, convencida de que aquilo que recordava não serviria para reconstruir ""Virginia"". Somente Nadia Fusini, exímia estudiosa e intérprete da escritora inglesa, podia assumir a tarefa arriscada de escrever não a biografia, mas um longo, erudito e envolvente relato ao vivo, que, como ressarcimento à inexistente autobiografia de Virginia, apresenta a originalíssima invenção de uma escrita da vida como aventura da alma. Fazendo falar o diário, os romances, as cartas e os fragmentos de memórias, recria-se em Sou dona da minha alma todo o mundo de Virginia Woolf: da Kensington natal, vitoriana e burguesa à vida nova no bairro boêmio de Bloomsbury; da batalha feminista ao pacifismo às posições revolucionárias sobre a literatura, a arte, a ética. Porque Bloomsbury mudou não apenas as formas do pensamento, mas também as maneiras da existência cotidiana: o modo de escrever bem como aquele de viver e de amar que, no caso de Virginia, remetem continuamente ao temor e à dor sofridos em tão tenra idade. Em torno da escritora inglesa transitam, em um afresco móvel e vivaz, o pai Leslie e a mãe Julia, a irmã Vanessa e os meios-irmãos, além dos amigos Lytton Strachey, Roger Fry, Maynard Keynes, Katherine Mansfield e T. S. Eliot, o marido Leonard e a amada Vita Sackville-West. É um mundo rico de inteligência, excentricidade e bizarria que soube enfrentar com desenvoltura generosa as provas escabrosas da modernidade, incluída a experiência da doença mental, que acompanha, obscurece e ilumina a existência e a escrita de Virginia. Graças a um estilo premente e vívido que convoca imperiosamente o leitor a experimentar a verdade, em Sou dona da minha alma, Nadia Fusini nos guia rumo ao segredo de Virginia Woolf. "

Metadado adicionado por Grupo Editorial Record em 29/11/2023

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Metadados adicionados: 29/11/2023
Última alteração: 01/03/2024
Última alteração de preço: 01/03/2024

Autores e Biografia

Fusini, Nadia (Autor) , Janini, Karina (Tradutor)

Áreas do selo: ArtesAutoajudaEducaçãoGastronomiaHumanidadesInfantojuvenilLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalReligiãoSaúde, esporte e lazerTécnicosTeoria e crítica literáriaTurismo

Selo criado no começo dos anos 1950, inicialmente ligado a um grupo português, e parte do Grupo Record desde 1996, Bertrand Brasil é uma marca de grandes histórias. Casa de vencedores do Prêmio Nobel, como Pablo Neruda e Ernest Hemingway, Bertrand Brasil se firmou como uma referência para romances dos melhores narradores contemporâneos, como a chilena Isabel Allende, de quem o selo já lançou mais de duas dezenas de obras, e o britânico Matt Haig, autor de um dos maiores sucessos recentes, A biblioteca da meia-noite. Bertrand Brasil tem tradição em imaginar passados longínquos, seja com as reconstruções do Egito Antigo por Christian Jacq, com a França de reis aventureiros do século 14 de Maurice Druon ou a Holanda do século 17, com Moça com brinco de pérola, de Tracy Chevalier. É, ainda, um selo de grandes mestres do romance de amor, como Nora Roberts, Barbara Delinsky e Judith McNaught. E casa, também, de grandes nomes brasileiros, do marco da dramaturgia brasileira Dias Gomes, da contadora de histórias Leticia Wierzchowski, das criatividades de Zack Magiezi e Carpinejar.

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