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Livro Impresso

Como as religiosidades populares brasileiras disputam a legitimidade sobre o corpo?



teologia do corpo, movimento, espiritualidade, religiões afro-brasileiras, pentecostalismo, decolonialidade, ancestralidade, religião brasileira, corpo, território, resistência.


Sinopse

Nesse livro acompanhamos um percurso que articula pentecostalismo, catolicismo popular, quilombos e religiões afro-brasileiras como campos em constante trânsito. O que emerge dessa análise é um mapa de tensões, aproximações e traduções.
(...) A pesquisa de campo no Terreiro Ilé Axé Alaroke Bàbá Ajagunan (que Marina explorou com ricos detalhes no livro Se não for pra incomodar, nem chame Exu: corpo, axé e epistemologia nas tradições afro-brasileiras (2020), publicado pela Editora Recriar) e na Comunidade Quilombola do Sítio Alto é fundamento epistemológico; conhecimento produzido na implicação, na escuta e na presença. Essa escolha metodológica sustenta uma crítica consistente às hierarquias epistêmicas herdadas da modernidade, aproximando o livro de perspectivas decoloniais que reivindicam a legitimidade de saberes historicamente silenciados.
(...) Portanto, ler este livro é aceitar o convite de habitar as encruzilhadas. É aceitar o desafio de se dispor a escutar outras formas de dizer, sentir, dar sentido e viver. Marina Corrêa nos oferece, com rigor e delicadeza, uma escrita que não apenas analisa, mas também desloca — e, ao fazê-lo, nos lembra que toda teologia viva nasce do corpo em movimento. Do corpo que insiste em existir.
Giovanna Sarto

Metadado adicionado por Editora Recriar em 14/07/2026

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Metadados adicionados: 14/07/2026
Última alteração: 14/07/2026

Autores e Biografia

Correa, Marina (Autor) - Marina Aparecida Oliveira dos Santos Correa é professora na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Doutora e mestra em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com concentração na área de Religião e Sociedade, realizou quatro estágios de pós-doutorado: na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), na Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e na Universidade Federal de Sergipe (UFS). É graduada em Direito e Sociologia, formação que fortalece o caráter interdisciplinar de sua produção acadêmica. Atua como integrante ativa de importantes redes e grupos de pesquisa, entre os quais a Rede Latino-Americana de Estudos Pentecostais (RELEP), o Centro de Estudos de História da Igreja na América Latina (CEHILA), o Grupo de Estudos Protestantismo e Pentecostalismo (GEPP/PUC-SP), o Grupo de Pesquisa Religião e Política: Teologia do Domínio e Interfaces (PUC-SP) e o Grupo de Pesquisa Mandrágora/Netmal (UMESP). Seus estudos concentram-se na interseção entre religião, sociedade e cultura, com ênfase nas dinâmicas do pentecostalismo, do protestantismo e em suas implicações sociopolíticas no Brasil e na América Latina.

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