Precisa de ajuda?

+ 55 11 5420-1808
[email protected]

Livro Impresso

Tomar parte no enxame



Círculo de Poemas, Fósforo, Poesia, Poemas, Poesia brasileira, Poesia brasileira contemporânea, Poetas brasileiros, Poetas brasileiras, Poetas mineiras, Clube de assinatura, Livros, Poesia na escola, Poesia na sala de aula, Sístole, Fundo falso, Prêmio Cidade de Belo Horizonte, Prêmio Jabuti, Continuar a nascer, Linha- labirinto, Florência Garramuño, Claudia Roquette-Pinto, Adélia Prado, Ana Cristina Cesar, Prisca Agustoni, Ana Martins Marques, Gustavo Silveira Ribeiro, Carlos Drummond de Andrade, Revista Ouriço, Meio ambiente, Maternidade, Abelhas, Cotidiano, Memória, Corpo, Identidade, Política, Ecologia, Violência, Gênero, Afetos, Família, Crise, Intertextualidade, Subjetividade, Testemunho, Contemporaneidade


Sinopse

O novo livro de poemas de Mônica de Aquino começa com um duplo deslocamento. Primeiro, ela toma a perspectiva de um animal para olhar os humanos. Segundo, no lugar do boi meditativo que vê os homens no famoso poema de seu conterrâneo Carlos Drummond de Andrade, agora é um polvo, ainda mais crítico, que observa — e disseca — quem pensa observá-lo unilateralmente. Daí em diante, cada bicho que surge nas páginas de Tomar parte no enxame, de formigas a dinossauros, de peixes a galinhas, mesmo sob o escrutínio de cientistas, dá sempre a impressão de que nos olha de volta.

Dividido em quatro seções, o livro apresenta uma fauna variadíssima, por meio da qual uma longa história das espécies ilumina as encruzilhadas da nossa própria espécie. Para a poeta, “escrever é escavar” e, em seus versos, é possível (re)aprender que a poesia é uma forma de olhar longamente para as coisas, para cada detalhe da vida, detendo-se até extrair o que há de mais recôndito e, por vezes, incômodo sob a casca de tudo.

E esse olhar é, essencialmente, sua forma de participação. Como diz Florencia Garramuño, a investigação cuidadosa que cada palavra implica é um modo de “inserir-se na colmeia que é o mundo, intervir nela, participando desse enredo de seres humanos e não humanos”. Em Tomar parte no enxame, “cada abelha é uma célula// a colônia é o verdadeiro animal”. Ler, aqui, é tomar parte: saber-se mel. E veneno.

Metadado adicionado por Editora Fósforo em 10/07/2026

Encontrou alguma informação errada?

ISBN relacionados

9788588747142 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)
9788566786651 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)
9786550900052 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)
9786599015199 (ISBN de Produto do Mesmo Autor)


Metadados adicionados: 10/07/2026
Última alteração: 10/07/2026

Autores e Biografia

Aquino, Mônica de (Autor) - Mônica de Aquino nasceu em 1979, em Belo Horizonte, onde vive. Publicou Sístole (Bem-Te-Vi, 2005), Fundo falso (Relicário, 2018), livro vencedor do prêmio Cidade de Belo Horizonte de 2013 e finalista do Jabuti de 2019, Continuar a nascer (Relicário, 2019) e Linha, labirinto (Macondo, 2020).

Para acessar as informações desta seção, Faça o login.