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Livro Impresso

Nietzsche e Wagner em Bayreuth



compositor, música, filosofia, Nietzsche, Wagner, Richard Wagner, Festival de Bayreuth


Sinopse

Nietzsche e Wagner em Bayreuth traz o texto "Richard Wagner em Bayreuth", de Nietzsche, acompanhado de um extenso ensaio do tradutor Henry Burnett sobre a relação entre Nietzsche e Richard Wagner, o lugar do compositor na modernidade e os desdobramentos de sua obra na cultura dos séculos XX e XXI.

Escrito no contexto do primeiro Festival de Bayreuth, em 1876, o texto de Nietzsche é, simultaneamente, uma homenagem entusiasmada a Wagner e o prenúncio da ruptura que viria poucos anos depois. Nietzsche vê no compositor uma figura excepcional, capaz de reunir música, teatro, filosofia, mito e história em um mesmo projeto de renovação cultural. Ao mesmo tempo, porém, já se insinuam as fissuras que mais tarde se tornariam irreconciliáveis.

Mais do que contextualizar a tradução, o ensaio de Burnett acompanha o processo gradual de distanciamento entre os dois, mostrando como a admiração pelo compositor se transforma, aos poucos, em uma crítica ao monumentalismo, ao nacionalismo, ao cristianismo e à relação entre arte e massas. Em vez de tratar Wagner apenas como compositor ou Nietzsche apenas como filósofo, Burnett investiga o modo como ambos se tornaram símbolos de um impasse que ainda atravessa o presente: o conflito entre arte, técnica, poder e sedução coletiva.

Metadado adicionado por Grupo Autêntica em 13/04/2026

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Metadados adicionados: 13/04/2026
Última alteração: 30/05/2026

Autores e Biografia

Burnett, Henry (Autor) - Henry Burnett é compositor e professor livre-docente na área de Estética e Filosofia da Arte na Unifesp. Publicou, entre outros livros, Para ler O Nascimento da Tragédia de Nietzsche (Loyola, 2012), Para ler O caso Wagner de Nietzsche (Loyola, 2018), Espelho musical do mundo (PHI, 2021) e Música só: uma travessia filosófica entre a Europa e o Brasil (Edusp, 2024), este último indicado ao Prêmio Jabuti na categoria Artes 2025. De sua produção musical têm destaque os álbuns Não para magoar (2006), Canções da infância inteira (2020) – em duo com Julia Burnett – e o álbum duplo antologia 50 solo e antologia 50 parceria (2021). Meio-dia (7letras, 2021) foi sua estreia na prosa literária.

Áreas do selo: ArtesAutoajudaDidáticos / Ensino FundamentalDidáticos / Ensino MédioEducaçãoGastronomiaHumanidadesIdiomas e referênciaInfantojuvenilLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalParadidáticos / LeituraParadidáticos / ReferênciaSaúde, esporte e lazerTécnicosTeoria e crítica literáriaTurismo

Autêntica conta com mais de 700 publicações em seu catálogo. Reconhecida por seu trabalho com o público acadêmico e por suas obras destinadas às áreas das Ciências Humanas, a editora foi crescendo com o passar dos anos e passou a publicar livros com temas mais abrangentes e diversificados, como literatura brasileira e estrangeira de qualidade, com nomes de peso como Maura Lopes Cançado, Ferreira Gullar e Virginia Woolf. O catálogo contempla também obras de Antropologia, Cultura Negra, Sociologia, Historiografia, Comunicação, Cinema e Teatro, Biblioteca Escolar, Linguística, Educação, entre outros. A editora assumiu o desafio de trazer para a língua portuguesa obras de Filosofia fundamentais para seus leitores. Exemplos dessa empreitada são a tradução bilíngue (latim-português) da Ética, de Spinoza, e o Vocabulário de Foucault – Um percurso pelos seus temas, conceitos e autores, do argentino Edgardo Castro. Em 2011, criou a coleção Filô, contemplando autores clássicos e contemporâneos da Filosofia, que vão de Platão e Espinosa, a Walter Benjamin, Giorgio Agamben e Slavoj Žižek. Publicações importantes em áreas mais específicas da Educação, como Pedagogia/Formação de Professores, Filosofia da Educação, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Matemática, Ensino da Escrita e da Leitura, História da Educação, entre outras, integram o catálogo. Atualmente, a editora aposta em publicações de luxo, com capa dura e acabamento sofisticado, de nomes como James Joyce, Rubem Braga, Campos de Carvalho, Foucault e Thomas Moore. Além disso, é a responsável pela publicação de O Sumiço, tradução em língua portuguesa de La Disparition, romance de Georges Perec todo escrito sem a letra “e”.

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