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Não aprendi a dizer adeus



Quinze Dias, Um Milhão de Finais Felizes, Vitor Martins, O Garoto Quase Atropelado, 1+1 – A Matemática do Amor, Vinícius Grossos, Garoto Beija Garoto, David Levithan, Dois Garotos se Beijando, Todo Dia, Will & Will, Adam Silvera, Simon vs. a Agenda Homo Sapiens, Becky Albertalli, Com Amor, Simon, Leah Fora de Sintonia, O Primeiro a Morrer no Final, Eles Dois Morrem no Final, O Amor Não É Óbvio, Elayne Baeta, O Verão Em Que Tudo Mudou, A Revolução de Jonas, Amar é Crime?, Victor Almeida, O Mau Exemplo de Cameron Post, Emily M. Danforth, Felix Para Sempre, Kacen Callender, Camp, Lev Rosen, Garoto Encontra Garoto, Os Dois Morrem no Final, O mar me levou a você, Pedro Rhuas, Enquanto eu não te encontro, O universo sabe o que faz, Vermelho, branco e sangue azul, Em aguas profundas, Heartstopper


Sinopse

Andrew Brawley perdeu tudo. Mas, escondido nas sombras de um hospital e no conforto da sua história em quadrinho, ele encontra esperança onde menos espera.


Não aprendi a dizer adeus de Shaun David Hutchinson, é uma história comovente e inspiradora sobre novos começos. O romance ainda conta com 32 páginas de graphic novel da história criada por Andrew.



Andrew Brawley deveria ter morrido naquela noite, mas não morreu.


Após ter perdido toda a família em um trágico acidente, Andrew agora mora no hospital, onde trabalha no refeitório, conversa com enfermeiros, dorme em um depósito esquecido e, principalmente, esforça-se para não ser notado. Aos poucos, ele vai se tornando praticamente invisível, e não apenas para os outros, mas para si mesmo.


É assim que se esconde da culpa, do luto e também da Morte, que vaga pelos corredores à sua procura. Seu único consolo é o Paciente F, o protagonista da história em quadrinhos que ele criou.


Tudo muda na noite em que um garoto vítima de bullying chega à UTI com metade do corpo carbonizado. Os gritos e o cheiro de carne queimada embrulham o estômago de Andrew, mas há algo em Rusty que parece coisa do destino. Com ele, Drew passa a conseguir imaginar um futuro pela primeira vez em muito tempo. Uma vida em que, talvez, eles possam deixar para trás os traumas do passado.


A Morte, no entanto, continua à espreita, e agora está atrás de Rusty também. Mas, depois de ter perdido todas as pessoas que mais amava no mundo, Drew não aceitará perder mais ninguém. Irá lutar, ir às últimas consequências e, se preciso for, até barganhar pelo futuro.


Com Rusty ao seu lado, Andrew precisará aprender que é possível até fugir da morte, mas nunca de si mesmo.


“Uma história de luto e superação, com muita humanidade.” – Publishers Weekly


“Uma obra comovente e esperançosa.” – Booklist

Metadado adicionado por Grupo Editorial Record em 19/12/2025

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Metadados adicionados: 19/12/2025
Última alteração: 09/03/2026

Autores e Biografia

Hutchinson, Shaun David (Autor) , Abreu, Rodrigo (Tradutor)

Áreas do selo: ArtesAutoajudaEducaçãoGastronomiaHumanidadesInfantojuvenilLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalReligiãoSaúde, esporte e lazerTécnicosTeoria e crítica literáriaTurismo

Selo criado no começo dos anos 1950, inicialmente ligado a um grupo português, e parte do Grupo Record desde 1996, Bertrand Brasil é uma marca de grandes histórias. Casa de vencedores do Prêmio Nobel, como Pablo Neruda e Ernest Hemingway, Bertrand Brasil se firmou como uma referência para romances dos melhores narradores contemporâneos, como a chilena Isabel Allende, de quem o selo já lançou mais de duas dezenas de obras, e o britânico Matt Haig, autor de um dos maiores sucessos recentes, A biblioteca da meia-noite. Bertrand Brasil tem tradição em imaginar passados longínquos, seja com as reconstruções do Egito Antigo por Christian Jacq, com a França de reis aventureiros do século 14 de Maurice Druon ou a Holanda do século 17, com Moça com brinco de pérola, de Tracy Chevalier. É, ainda, um selo de grandes mestres do romance de amor, como Nora Roberts, Barbara Delinsky e Judith McNaught. E casa, também, de grandes nomes brasileiros, do marco da dramaturgia brasileira Dias Gomes, da contadora de histórias Leticia Wierzchowski, das criatividades de Zack Magiezi e Carpinejar.

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