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Livro Impresso

O Pequeno Príncipe
O essencial em 60 lições



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Sinopse

As lições do Pequeno Príncipe para uma vida plena.


“O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry”, é, segundo o filósofo Martin Heidegger, a maior obra existencialista do século XX, o livro mais traduzido da História, depois da Bíblia e do Alcorão.


A partir de suas frases inesquecíveis, Felipe Saraiça faz 60 reflexões que transformam cada palavra do clássico em um encontro com o coração.


Em textos emocionais e cheios de sensibilidade, Felipe transforma a jornada do Pequeno Príncipe em um espelho de emoções. O autor escreve com a delicadeza de quem observa o mundo com afeto, lembrando que ainda há beleza em ser sensível.


O Pequeno Príncipe retorna ao nosso encontro, trazendo consigo a rosa de que aprendeu a cuidar, a raposa que o ensinou a cativar as pessoas e o aviador que o escutou entre as estrelas. Com eles, recordamos que o amor é o que dá sentido às coisas, que a amizade é um tesouro silencioso, que “o essencial é invisível aos olhos” e ”só se vê bem com o coração”.



Sob um olhar contemporâneo e afetuoso, essas lições se transformam em conforto, como um café quente em meio à pressa e um abraço em dias difíceis.


“O Pequeno Príncipe: o essencial em 60 lições” não é apenas um livro de frases e reflexões. É um abrigo em forma de palavras, um respiro para a alma e um verdadeiro gesto de amor para os dias em que tudo parece pesar demais.

Metadado adicionado por Geração Editorial em 20/04/2026

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Metadados adicionados: 20/04/2026
Última alteração: 30/05/2026

Autores e Biografia

Saraiça, Felipe (Autor) - Felipe Saraiça é editor e marqueteiro literário. É autor de "Para onde vão os suicidas?", "A vida nada sutil de uma estrela (de)cadente", 'Conversas que ninam minha insônia", entre outros títulos. Como roteirista, Felipe conquistou o Festival de cinema de Caruaru e a seleção oficial do Festival de Carpina, com a adaptação de seu primeiro livro, Palavras de rua, que também teve exibição na TV. Participou de campanhas de marketing de Hilda Furacão, O Pequeno Príncipe e outros livros, tanto nacionais, quanto estrangeiros. Suas redes sociais são @felipesaraica; Emediato, Luiz Fernando (Tradutor) - Luiz Fernando Emediato, escritor, jornalista, produtor cinematográfico e editor brasileiro, nasceu em 1951 em Belo Vale, MG. Foi jornalista durante cinco anos em Belo Horizonte, de 1973 a 1978. Em 1978 mudou-se para São Paulo, onde trabalhou durante 10 anos no jornal “O Estado de S. Paulo” e mais dois anos no Sistema Brasileiro de Televisão – SBT. Foi um dos responsáveis pela maior revolução do telejornalismo brasileiro, ao introduzir nos programas a figura do "anchorman", jornalista capaz de apresentar e comentar reportagens. Até então os telejornais eram apresentados por locutores. Em 1990 deixou o jornalismo e em 1992 fundou a editora Geração Editorial, à qual se dedica desde então. Sua carreira de escritor começou aos 19 anos, em maio de 1971, quando ganhou o prêmio “Revelação de Autor” no então famoso Concurso Nacional de Contos do Paraná. Em 1977, juntamente com Jéferson Ribeiro de Andrade (1947-2013), Antônio Barreto (1954), Júlio César Monteiro Martins (1955-2014), Domingos Pellegrini (1949), Caio Fernando Abreu (1948-1996), participou da antologia de contos “Histórias de um novo tempo”, publicada pela editora Codecri, do jornal “Pasquim”. Foi um enorme sucesso para a época. Durante seus anos de jornalismo viajou pelo Brasil e o mundo (América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia). Do final dos anos 1970 até meados dos anos 1980, cobriu a revolução comunista na Nicarágua e as guerras de guerrilha em El Salvador. Ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo, o maior do Brasil, e o Rey de España, considerado o Pulitzer da Ibero América. É autor dos livros “Não passarás o Jordão” (1977), “Os Lábios Úmidos de Marilyn Monroe” (1978), “A Rebelião dos Mortos” (1979). Esses três livros foram reunidos depois em um único volume, “Trevas no Paraíso”(Geração Editorial, 2005). Seus dois livros infantis e infanto-juvenis, “Eu vi mamãe nascer” e “O outro lado do paraíso” estão em praticamente todas as bibliotecas escolares do país. “O outro lado do paraíso” foi adaptado para o cinema pelo diretor André Ristum e premiado em vários festivais nacionais e internacionais. Um de seus contos, “Verdes anos”, também foi adaptado para o cinema por Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil (com prêmio no Festival de Gramado) e para o teatro, por Roberto Bontempo. Emediato também escreve crônicas e um de seus livros nesta área, “A grande ilusão”, foi escolhido pelo Ministério da Educação para leitura nas escolas de ensino médio. Para teatro, Emediato escreveu uma única peça, “Ekhart, o Cruel”, que teve várias encenações. Um de seus livros de reportagem, “Geração abandonada”, foi best-seller nos anos 1980. No momento, Emediato está escrevendo três novos livros, uma novela com ação na Palestina (“A terra era vaga e vazia”), um livro de contos com personagens femininas (“Elas”) e um romance autobiográfico (“Memórias falsas de um canalha”).

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