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Nascidos do coração:
histórias de adoções



Adoção Homoafetiva, Adoção no Brasil, Direito de Família, direitos humanos, ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente, Justiça Social, Nascidos do Coração, Restituição Biográfica, Siro Darlan


Sinopse

Nascidos do coração: adoção como justiça social
A obra de Siro Darlan estabelece um novo paradigma sobre adoção no Brasil. O livro subverte a visão de caridade ou favor, no que o autor defende a adoção como uma restituição biográfica necessária. O objetivo principal é reconstruir a identidade e garantir a dignidade humana, em um texto que une fundamentação teórica à experiência real do magistrado.

Humanização do judiciário
Siro Darlan relata sua trajetória como agente transformador no sistema de justiça, defendendo que a justiça deve sair dos tribunais para ser realmente efetiva — daí o surgimento do projeto Justiça nas Comunidades, que garante o direito básico ao nome. Para tanto, a obra destaca três pilares fundamentais:

Registro civil imediato;

Interesse superior da criança;

Combate rigoroso ao preconceito.

Jurisprudência de afeto
A narrativa aborda questões sensíveis que ainda desafiam a sociedade brasileira. Darlan afirma que, se a família nasce do compromisso de cuidado mútuo, a orientação biológica não deve ser o único critério avaliado. O livro serve como guia inspirador para profissionais e famílias pretendentes.

Histórias que provam a política
Relatos reais humanizam a letra da lei e emocionam o leitor, como os de João Arcanjo e Rafael, provando que adoção é política de futuro. O livro é um testemunho sobre reciclar vidas e reordenar destinos. Colocar a criança em primeiro lugar protege o futuro do país.

Metadado adicionado por Kotter Editorial em 02/07/2026

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Metadados adicionados: 02/07/2026
Última alteração: 02/07/2026

Autores e Biografia

Darlan, Siro (Autor) - Siro Darlan é um magistrado brasileiro aposentado, amplamente reconhecido por sua atuação histórica como juiz titular da 1ª Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro e desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Com uma trajetória pautada pela defesa intransigente dos Direitos Humanos e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), tornou-se uma figura de vanguarda no Direito brasileiro ao proferir, em 1998, a decisão pioneira que autorizou a primeira adoção por um casal homoafetivo no país, além de implementar o projeto “Justiça nas Comunidades” para regularizar a cidadania de populações vulneráveis. Mestre em Saúde Pública e membro do PEN Clube do Brasil, Darlan é autor de oito livros e recebeu diversas condecorações por seu compromisso com a justiça social e restaurativa. Pela Kotter, lançou Perdoai – Eles [às vezes] não sabem o que fazem.

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