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Livro Impresso

Diário de uma ausência
Fragmentos de memória



Luto, Cura, Desenvolvimento


Sinopse

“Os livros me servem de remédio. Crônicas ao acordar para
estabilizar o humor. Poesia em doses homeopáticas, duas vezes ao dia. Romance depois do jantar para dormir melhor.

Não desaparecendo os sintomas, procure uma livraria.”

A partir da dor imensurável da perda de sua mãe, Flávia Martins de Carvalho ressignificou esse momento e o materializou em palavras. Diário de uma ausência é o dia a dia do luto, o registro corajoso e poético da juíza-escritora.

Metadado adicionado por Editora Mostarda em 09/06/2026

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Metadados adicionados: 09/06/2026
Última alteração: 15/06/2026
Última alteração de preço: 16/06/2025

Autores e Biografia

Carvalho, Flávia Martins de (Autor) - Flávia Martins de Carvalho é juíza de Direito do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Atuou como juíza auxiliar no Supremo Tribunal Federal (STF) entre 2021 e 2026. Em 2023, fez história ao se tornar a primeira juíza-ouvidora do STF, posição a partir da qual tem defendido a inclusão, a diversidade e o fortalecimento da escuta democrática no Judiciário. Graduada em Comunicação Social pela UERJ e em Direito pela UFRJ, onde também concluiu o mestrado, obteve doutorado em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP, em 2024. Em sua tese, desenvolveu o conceito de “jurisvivência”, inspirado na escrevivência, para valorizar as experiências de mulheres negras no campo jurídico e propor um Direito mais sensível à justiça social, racial e de gênero. Além de sua produção intelectual, Flávia coordenou o projeto “STF na Escola”, que aproximou estudantes do papel da Suprema Corte, da Constituição e da democracia. Em 2025, no 12º Encontro Nacional de Ouvidores Judiciais, defendeu as ouvidorias como espaços de diálogo capazes de aproximar o Judiciário de grupos historicamente marginalizados. Mulher negra da Baixada Fluminense, construiu uma trajetória marcada pela luta contra o racismo estrutural e pela promoção da representatividade no sistema de justiça brasileiro. Em 2026, ficou em 1º lugar entre os juízes selecionados pelo Poder Judiciário brasileiro para atuar em cooperação com Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, onde reside desde junho do mesmo ano.

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